Pela hora combinada, 6:30, lá estávamos a carregar as bikes para partir com destino a Alvalade. Grande pontualidade dos 6 elementos (4 participantes e 2 managers), o que não surpreende, uma vez que metade do grupo esteve em estágio desde as 12:00 do dia anterior.
Chegada a Alvalade à hora combinada, 8:00, fruto do excelente trabalho do nosso condutor. Fomos levantar os dorsais e aconchegar a blusa, com umas sandes magníficas com pão ainda quentinho. No saco das lembranças, destacou-se o já habitual arroz, desta vez acompanhado de umas bombinhas do branco. Ainda pedimos para trocar por tinto, mas não havia e ainda bem, pois às tantas ainda eram abertas logo ao pequeno almoço.
A partida foi a confusão habitual, o ponto fraco deste passeio, pois não quisemos fazer de xicos-espertos e demos por nós a ser quase os últimos, o que nos fez perder imenso tempo.
O percurso foi igual ao de há 2 anos, com uma parte inicial em asfalto que deu para ultrapassar umas dezenas de companheiros. Chegados à terra foi mais difícil, pois em dual track e por vezes com areia as coisas complicam-se, mas mesmo assim fomos recuperando lugares. Numa dada altura tivemos de parar, pois a bike do nosso chefe de fila estava com uma suposta avaria, tendo esta paragem nos custado umas largas dezenas de lugares. Ainda me ofereci para ceder a minha bike, mas ele não aceitou, acho que por compromissos comerciais. Chegados à barragem fomos de encontro ao nosso staff, que nos esperava no local já habitual (primeira subida depois da barragem). O nosso mecânico tomou conta da bike do Contador, tendo demorado mais de 1 minuto a repará-la. Aconteceu o que se temia. Consumava-se o abandono do nosso chefe de fila, pois era tempo a mais para recuperar até Porto Covo, uma vez que só já faltavam 30 km. Até final, os 3 resistentes ainda enfrentaram a pseudo-subida do Cercal, e o engarrafamento sem motivos no trilho da selva e uma parte final muito rolante que nos levou até Porto - Covo, onde tomamos um banho bem geladinho e um almoço que demorou mais a chegar que a comer.
Aspectos positivos: Pequeno almoço, percurso, espírito entre participantes, segurança nos cruzamentos e público presente (muita coisa de positiva).
Aspectos negativos: Partida, fraca preparação dos participantes para ultrapassar pequenos obstáculos (deviam ter essa noção e partir mais de trás, por uma questão de bom senso), condições dos balneários do parque de campismo.
De um modo geral é um passeio que toda a gente que gosta de andar de bike devia fazer, tem um espírito único, paisagem que não se encontra em mais lado algum e um apoio da população local incrível. Para o ano tentarei estar novamente presente, pois esta foi já a minha 4.ª ou 5.ª participação.
Por fim gostava de agradecer aos dois elementos que nos apoiaram no terreno, à Junta de Freguesia de Marmelete, que nos cedeu o transporte e aos meus colegas de grupo que, umas vezes discretamente outras nem tanto, foram esperando por mim ao longo do percurso. É mesmo, há dias bons e dias menos bons.
Chegada a Alvalade à hora combinada, 8:00, fruto do excelente trabalho do nosso condutor. Fomos levantar os dorsais e aconchegar a blusa, com umas sandes magníficas com pão ainda quentinho. No saco das lembranças, destacou-se o já habitual arroz, desta vez acompanhado de umas bombinhas do branco. Ainda pedimos para trocar por tinto, mas não havia e ainda bem, pois às tantas ainda eram abertas logo ao pequeno almoço.
A partida foi a confusão habitual, o ponto fraco deste passeio, pois não quisemos fazer de xicos-espertos e demos por nós a ser quase os últimos, o que nos fez perder imenso tempo.
O percurso foi igual ao de há 2 anos, com uma parte inicial em asfalto que deu para ultrapassar umas dezenas de companheiros. Chegados à terra foi mais difícil, pois em dual track e por vezes com areia as coisas complicam-se, mas mesmo assim fomos recuperando lugares. Numa dada altura tivemos de parar, pois a bike do nosso chefe de fila estava com uma suposta avaria, tendo esta paragem nos custado umas largas dezenas de lugares. Ainda me ofereci para ceder a minha bike, mas ele não aceitou, acho que por compromissos comerciais. Chegados à barragem fomos de encontro ao nosso staff, que nos esperava no local já habitual (primeira subida depois da barragem). O nosso mecânico tomou conta da bike do Contador, tendo demorado mais de 1 minuto a repará-la. Aconteceu o que se temia. Consumava-se o abandono do nosso chefe de fila, pois era tempo a mais para recuperar até Porto Covo, uma vez que só já faltavam 30 km. Até final, os 3 resistentes ainda enfrentaram a pseudo-subida do Cercal, e o engarrafamento sem motivos no trilho da selva e uma parte final muito rolante que nos levou até Porto - Covo, onde tomamos um banho bem geladinho e um almoço que demorou mais a chegar que a comer.
Aspectos positivos: Pequeno almoço, percurso, espírito entre participantes, segurança nos cruzamentos e público presente (muita coisa de positiva).
Aspectos negativos: Partida, fraca preparação dos participantes para ultrapassar pequenos obstáculos (deviam ter essa noção e partir mais de trás, por uma questão de bom senso), condições dos balneários do parque de campismo.
De um modo geral é um passeio que toda a gente que gosta de andar de bike devia fazer, tem um espírito único, paisagem que não se encontra em mais lado algum e um apoio da população local incrível. Para o ano tentarei estar novamente presente, pois esta foi já a minha 4.ª ou 5.ª participação.
Por fim gostava de agradecer aos dois elementos que nos apoiaram no terreno, à Junta de Freguesia de Marmelete, que nos cedeu o transporte e aos meus colegas de grupo que, umas vezes discretamente outras nem tanto, foram esperando por mim ao longo do percurso. É mesmo, há dias bons e dias menos bons.

Sem comentários:
Enviar um comentário