domingo, 30 de janeiro de 2011

Dia 30

Chegou o final do mês. Com ele melhorou o tempo e o número de elementos. Hoje fomos 3, os habituais, se bem que dois foram para um lado e o terceiro para outro (acho que tinha de recuperar o tempo perdido da semana passada e abalou logo de madrugada).
Havia mais alguma lama que na semana passada, mas nada de mais. O percurso foi muito semelhante ao anterior, com excepção da parte final que foi mais soft, tendo-se compensado com mais alguns quilómetros, atingindo quase os 25. No final veio a surpresa, com o encontro com o elemento madrugador.
A treinar desta maneira, em breve estamos de regresso à forma com que já abrilhantamos as mais diversas provas por este Algarve a Alentejo, onde já ombreamos com diversos campeões.

Domingo vai haver mais e talvez com surpresa no final.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Dia 23

Pois é. Eu sabia que este tempo havia de vir. Hoje tive de ir mesmo sozinho. Um por supostas razões profissionais, outro talvez por overtraining, neste domingo de manhã parti sozinho para a aventura. E que aventura: frio, solidão e subidas.
Os quilómetros não foram muitos mas tenho a certeza que a altimetria deve ter estado ao nível de algumas maratonas que por aí se fazem (ver gráfico).


A surpresa agradável foi o estado do terreno, simplesmente excelente, apesar da chuva. Vamos lá ver se no próximo domingo o tempo deixa repetir a graça, se bem que agora espero que acompanhado.

PS: Apesar de saber que ia sozinho, foram várias as vezes que, nas subidas, olhava para trás à procura dos camaradas.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Após o Descanso, o Regresso. De novo a penar.

No seguimento de algumas preocupações demonstradas por alguns dos nossos seguidores, informo que estamos vivos e de boa saúde.
Depois de um longo interregno, pelos mais diversos motivos, eis que a trempe regressou. É verdade, hoje, pelas 9:00, aproximadamente, lá partimos para mais uma voltinha, com a novidade de, por motivos técnicos, ter sido feita com as nossas estradeiras.
Saída em direcção a Monchique, sendo que, lá para os lados da Nave, voltamos à direita para as Caldas e Portimão à procura do quentinho. Foi impressionante o número de camaradas que encontramos a subir, enquanto nós seguíamos em sentido contrário.
Chegados a Portimão era preciso pensar num regresso que, após uma breve conversação, foi feito pelos Casais, que sempre é melhor que o Enxameador ou Romeiras, pois qualquer uma destas escaladas faz mossa na rentrée de qualquer um.
A subida correu melhor do que se esperava e a chegada a Marmelete aconteceu às 12:30, depois de algumas paragens pelo meio, com 65 km feitos e algumas dores naqueles sítios habituais. Vamos lá ver se domingo já há condições para ir para o mato.

PS: Não há gráfico, pois o aparelho que faz essas modernices está destacado noutra bike. Há um companheiro que também tem, mas, pelos vistos, ainda anda a aprender a andar nele. Em breve deve ter a carta tirada.