Como os presentes foram fáceis de abrir, deitei-me logo cedinho. Quer dizer que de manhã houve apetite para ir dar uma voltinha, na brincadeira, só para descontrair.
Este espaço vai privilegiar a partilha de experiências e relatos de alguns treinos/passeios de BTT pela Freguesia de Marmelete e não só.
domingo, 25 de dezembro de 2011
sábado, 24 de dezembro de 2011
Voltinha da consoada
Hoje, mesmo sozinho, lá fui dar um giro para arranjar espaço para os doces e bacalhau da noite. Amanhã, vamos lá ver se tenho companhia.
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Mais um treino solitário
Deixo aqui o gráfico de mais um treino aqui pelos lados de Marmelete. Na parte final o aparelho estava com pouca memória e tirou menos pontos, logo o gráfico ficou imperfeito.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Mais um treino II
Este domingo fui fazer mais uma voltinha e desta vez muito bem acompanhado, tanto em quantidade como em qualidade. Não fizemos grande acumulado mas deu para desenferrujar e bem as pernas. No final ainda deu para estrear um trilho que ainda cheirava a novo.
domingo, 4 de dezembro de 2011
Mais um treino
Mais um domingo, mais um treino e mais uma vez sozinho. Pois é, parece que a trempe está reduzida a um só pé. Os camaradas abandonaram-me e desconfio que se trata de alguma acção concertada para que eu não treine, enquanto eles o fazem às escondidas. Aviso que não vai funcionar, pois estou a habituar-me a treinar sozinho, pois, pela primeira vez, ninguém chega à minha frente. Fica o gráfico com o resumo da brincadeira de hoje.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Visita à Fóia
No último domingo, depois de várias insistências sem sucesso, lá tive de abalar sozinho caminho da Fóia. A descida foi feita por um caminho de cabras que mais parecia trial. Vamos lá ver se este domingo tenho companhia.
domingo, 16 de outubro de 2011
domingo, 4 de setembro de 2011
A Rentrée 2011
Depois de uma larga paragem, umas semanas por motivos de férias, outras por saúde ou falta dela e outras ainda pelos motivos mais diversos, chegou o momento de fazer o esperado regresso, obviamente sozinho, pois neste momento estou (astronomicamente) longe de estar em condições de acompanhar os meus chefes de fila.
Ontem à tarde, depois de assistir às prestações dos "colegas" na vuelta, enchi-me de coragem e preparei a montada das rodas largas para uma voltinha que pouco passou dos 20 km.
A distância foi bem curta, o que não é, obrigatoriamente, sinónimo de facilidade, pois o total de acumulado de subida rondou os 600 m. As perninhas aguentaram-se, a um ritmo baixo como seria de esperar e para o próximo fim de semana vou tentar os 30 km e aproximar-me dos 1000 m.
domingo, 10 de julho de 2011
À Descoberta de Odeceixe
Após vários convites, que pelo mais variados motivos, ainda não tinham sido aceites, foi hoje que fomos conhecer a zona de Odeceixe, através de um passeio guiado por uns amigos de Odeceixe/Aljezur.
À partida erámos 11 elementos, incluindo os habituais 3 de Marmelete. O ritmo foi o de um verdadeiro passeio, que tanta falta faz, tanto para uma saudável prática desportiva, como para apreciar as magníficas paisagens, mas que tão poucas vezes é utilizado.
Tratou-se de um percurso bem rolante, junto ao canal, em direcção à Praia da Amoreira. O regresso foi feito, na maioria do trajecto, por entre pinhal, acompanhado, de forma pontual, de alguma areia que anima sempre a condução.
À chegada, como ainda havia alguma força, fui quase obrigado a acompanhar o meu chefe de fila, que decidiu ir conhecer a subida temível lá do sítio, que verdade seja dita é composta por uns 900m bem puxadinhos, todos em calçada e que noutras condições causariam sérios problemas.
No final teve lugar o sempre agradável convívio, acompanhado de um arroz de marisco bem saboroso e regado com uma groselha de Pias.
Resta-me a agradecer ao pessoal de Odeceixe/Aljezur pela manhã/tarde que nos proporcionaram e pela companhia que nos fizeram tanto à mesa como no percurso.
Tratou-se de um percurso bem rolante, junto ao canal, em direcção à Praia da Amoreira. O regresso foi feito, na maioria do trajecto, por entre pinhal, acompanhado, de forma pontual, de alguma areia que anima sempre a condução.
À chegada, como ainda havia alguma força, fui quase obrigado a acompanhar o meu chefe de fila, que decidiu ir conhecer a subida temível lá do sítio, que verdade seja dita é composta por uns 900m bem puxadinhos, todos em calçada e que noutras condições causariam sérios problemas.
No final teve lugar o sempre agradável convívio, acompanhado de um arroz de marisco bem saboroso e regado com uma groselha de Pias.
Resta-me a agradecer ao pessoal de Odeceixe/Aljezur pela manhã/tarde que nos proporcionaram e pela companhia que nos fizeram tanto à mesa como no percurso.
domingo, 29 de maio de 2011
3.º Passeio de BTT "Entre o Rio e o Mar" - 29 de Maio - Longueira
Numa altura em que as emoções ainda estão frescas torna-se mais fácil falar sobre a manhã de BTT que passei, hoje, na zona da Longueira / Almograve. Em relação a toda a logística há a dizer o seguinte:
Rápida entrega de dorsais, partida a horas e um reforço logo de início, ideal para quem, como eu, se teve de levantar cedinho.
O percurso dificilmente não agradou a alguém, pois tinha de tudo um pouco, com predominância pelos singles e estradão rolante, com uma outra subidinha teimosa que fez mossa em alguns. EU ADOREI. No que toca. No que toca às marcações, foi do melhor que já encontrei, impecável. Nos cruzamentos sempre pessoas da organização que, com elevada simpatia, nos ofereciam a indispensável garrafa de água e nos davam algumas indicações. Não parei nos abastecimentos, mas pelo que vi foram bem mais do que o número previamente anunciado. O almoço foi o suficiente e com uma máquina de imperal, que ajudou a combater o calor, à disposição enquanto se estava na fila e fora dela.
Resumindo, já participei em algumas dezenas de passeios e, com toda a certeza, este foi um dos melhores onde já marquei presença e que me deu mais gozo fazer, sendo que até a água fresquinha soube bem no final.
Como aspecto menos positivo apenas o facto de não ter sido contemplado com uma participação gratuita para o próximo ano, o que, de certeza, não será impedimento a uma futura presença em 2012.
Em relação ao desempenho do grupo, a dizer que partimos à hora combinada 7:15, os três elementos habituais, sendo que, após a partida na Longueira, passou a ser 1 + 2, pois o nosso "Alberto" hoje não estava para brincadeiras e desde logo se destacou, restando aos 2 habituais encontrar o seu ritmo, pois caso não surgisse alguma "avaria mecânica" seria impossível alcançá-lo. Felizmente essa avaria não aconteceu, sendo que quando chegamos à meta já o encontramos de bike arrumada e pronto para o banho, o que significa um atraso para nós de mais de 5 minutos.
Outras peripécias não serão tornadas públicas, publicando abaixo o gráfico e alguns dados do meu desempenho.
Rápida entrega de dorsais, partida a horas e um reforço logo de início, ideal para quem, como eu, se teve de levantar cedinho.
O percurso dificilmente não agradou a alguém, pois tinha de tudo um pouco, com predominância pelos singles e estradão rolante, com uma outra subidinha teimosa que fez mossa em alguns. EU ADOREI. No que toca. No que toca às marcações, foi do melhor que já encontrei, impecável. Nos cruzamentos sempre pessoas da organização que, com elevada simpatia, nos ofereciam a indispensável garrafa de água e nos davam algumas indicações. Não parei nos abastecimentos, mas pelo que vi foram bem mais do que o número previamente anunciado. O almoço foi o suficiente e com uma máquina de imperal, que ajudou a combater o calor, à disposição enquanto se estava na fila e fora dela.
Resumindo, já participei em algumas dezenas de passeios e, com toda a certeza, este foi um dos melhores onde já marquei presença e que me deu mais gozo fazer, sendo que até a água fresquinha soube bem no final.
Como aspecto menos positivo apenas o facto de não ter sido contemplado com uma participação gratuita para o próximo ano, o que, de certeza, não será impedimento a uma futura presença em 2012.
Em relação ao desempenho do grupo, a dizer que partimos à hora combinada 7:15, os três elementos habituais, sendo que, após a partida na Longueira, passou a ser 1 + 2, pois o nosso "Alberto" hoje não estava para brincadeiras e desde logo se destacou, restando aos 2 habituais encontrar o seu ritmo, pois caso não surgisse alguma "avaria mecânica" seria impossível alcançá-lo. Felizmente essa avaria não aconteceu, sendo que quando chegamos à meta já o encontramos de bike arrumada e pronto para o banho, o que significa um atraso para nós de mais de 5 minutos.
Outras peripécias não serão tornadas públicas, publicando abaixo o gráfico e alguns dados do meu desempenho.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Alvalade - Porto Covo
Pela hora combinada, 6:30, lá estávamos a carregar as bikes para partir com destino a Alvalade. Grande pontualidade dos 6 elementos (4 participantes e 2 managers), o que não surpreende, uma vez que metade do grupo esteve em estágio desde as 12:00 do dia anterior.
Chegada a Alvalade à hora combinada, 8:00, fruto do excelente trabalho do nosso condutor. Fomos levantar os dorsais e aconchegar a blusa, com umas sandes magníficas com pão ainda quentinho. No saco das lembranças, destacou-se o já habitual arroz, desta vez acompanhado de umas bombinhas do branco. Ainda pedimos para trocar por tinto, mas não havia e ainda bem, pois às tantas ainda eram abertas logo ao pequeno almoço.
A partida foi a confusão habitual, o ponto fraco deste passeio, pois não quisemos fazer de xicos-espertos e demos por nós a ser quase os últimos, o que nos fez perder imenso tempo.
O percurso foi igual ao de há 2 anos, com uma parte inicial em asfalto que deu para ultrapassar umas dezenas de companheiros. Chegados à terra foi mais difícil, pois em dual track e por vezes com areia as coisas complicam-se, mas mesmo assim fomos recuperando lugares. Numa dada altura tivemos de parar, pois a bike do nosso chefe de fila estava com uma suposta avaria, tendo esta paragem nos custado umas largas dezenas de lugares. Ainda me ofereci para ceder a minha bike, mas ele não aceitou, acho que por compromissos comerciais. Chegados à barragem fomos de encontro ao nosso staff, que nos esperava no local já habitual (primeira subida depois da barragem). O nosso mecânico tomou conta da bike do Contador, tendo demorado mais de 1 minuto a repará-la. Aconteceu o que se temia. Consumava-se o abandono do nosso chefe de fila, pois era tempo a mais para recuperar até Porto Covo, uma vez que só já faltavam 30 km. Até final, os 3 resistentes ainda enfrentaram a pseudo-subida do Cercal, e o engarrafamento sem motivos no trilho da selva e uma parte final muito rolante que nos levou até Porto - Covo, onde tomamos um banho bem geladinho e um almoço que demorou mais a chegar que a comer.
Aspectos positivos: Pequeno almoço, percurso, espírito entre participantes, segurança nos cruzamentos e público presente (muita coisa de positiva).
Aspectos negativos: Partida, fraca preparação dos participantes para ultrapassar pequenos obstáculos (deviam ter essa noção e partir mais de trás, por uma questão de bom senso), condições dos balneários do parque de campismo.
De um modo geral é um passeio que toda a gente que gosta de andar de bike devia fazer, tem um espírito único, paisagem que não se encontra em mais lado algum e um apoio da população local incrível. Para o ano tentarei estar novamente presente, pois esta foi já a minha 4.ª ou 5.ª participação.
Por fim gostava de agradecer aos dois elementos que nos apoiaram no terreno, à Junta de Freguesia de Marmelete, que nos cedeu o transporte e aos meus colegas de grupo que, umas vezes discretamente outras nem tanto, foram esperando por mim ao longo do percurso. É mesmo, há dias bons e dias menos bons.
Chegada a Alvalade à hora combinada, 8:00, fruto do excelente trabalho do nosso condutor. Fomos levantar os dorsais e aconchegar a blusa, com umas sandes magníficas com pão ainda quentinho. No saco das lembranças, destacou-se o já habitual arroz, desta vez acompanhado de umas bombinhas do branco. Ainda pedimos para trocar por tinto, mas não havia e ainda bem, pois às tantas ainda eram abertas logo ao pequeno almoço.
A partida foi a confusão habitual, o ponto fraco deste passeio, pois não quisemos fazer de xicos-espertos e demos por nós a ser quase os últimos, o que nos fez perder imenso tempo.
O percurso foi igual ao de há 2 anos, com uma parte inicial em asfalto que deu para ultrapassar umas dezenas de companheiros. Chegados à terra foi mais difícil, pois em dual track e por vezes com areia as coisas complicam-se, mas mesmo assim fomos recuperando lugares. Numa dada altura tivemos de parar, pois a bike do nosso chefe de fila estava com uma suposta avaria, tendo esta paragem nos custado umas largas dezenas de lugares. Ainda me ofereci para ceder a minha bike, mas ele não aceitou, acho que por compromissos comerciais. Chegados à barragem fomos de encontro ao nosso staff, que nos esperava no local já habitual (primeira subida depois da barragem). O nosso mecânico tomou conta da bike do Contador, tendo demorado mais de 1 minuto a repará-la. Aconteceu o que se temia. Consumava-se o abandono do nosso chefe de fila, pois era tempo a mais para recuperar até Porto Covo, uma vez que só já faltavam 30 km. Até final, os 3 resistentes ainda enfrentaram a pseudo-subida do Cercal, e o engarrafamento sem motivos no trilho da selva e uma parte final muito rolante que nos levou até Porto - Covo, onde tomamos um banho bem geladinho e um almoço que demorou mais a chegar que a comer.
Aspectos positivos: Pequeno almoço, percurso, espírito entre participantes, segurança nos cruzamentos e público presente (muita coisa de positiva).
Aspectos negativos: Partida, fraca preparação dos participantes para ultrapassar pequenos obstáculos (deviam ter essa noção e partir mais de trás, por uma questão de bom senso), condições dos balneários do parque de campismo.
De um modo geral é um passeio que toda a gente que gosta de andar de bike devia fazer, tem um espírito único, paisagem que não se encontra em mais lado algum e um apoio da população local incrível. Para o ano tentarei estar novamente presente, pois esta foi já a minha 4.ª ou 5.ª participação.
Por fim gostava de agradecer aos dois elementos que nos apoiaram no terreno, à Junta de Freguesia de Marmelete, que nos cedeu o transporte e aos meus colegas de grupo que, umas vezes discretamente outras nem tanto, foram esperando por mim ao longo do percurso. É mesmo, há dias bons e dias menos bons.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Mais um treino - Alvalade à porta
Neste domingo lá partimos (o grupo habitual de 3) para mais um treino, este tendo por objectivo a preparação para Alvalade - Porto Covo. Queríamos fazer alguns kms, mas sem grandes subidas o que por aqui é muito complicado.
Decidimos seguir em direcção ao Autódromo, pois é o percurso mais fácil que temos por estes lados. O regresso foi feito pela mítica subida do Enxameador, onde cada um subiu ao seu ritmo. Eu como não sou egoista, deixei-os ir à frente. Em grande forma está o nosso Contador, pois na subida deu 2:30 de avanço (acho que para ele um minuto tem só 15 segundos.
Soube mais tarde que neste fim de semana o outro elemento que vai a Alvalade esteve a fazer as 24 horas no Estádio do Algarve e, tanto me foi dado a saber, por pouco fazia mesmo as 24 horas.
Deve estar imparável para o próximo Domingo.
Deve estar imparável para o próximo Domingo.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
As maravilhas naturais de Aljezur - 2.ª edição
No último domingo lá foi mais uma expedição pedalar em território vizinho, num total de 6 ou 7 elementos e com presenças femininas.
Chegada ao local, facilidade de estacionamento, levantamento rápido de dorsais. Já o pequeno almoço nem por isso, pois havia lá um bolo que fez das suas, tanto a mim como a outro elemento do grupo.
A parte inicial foi durinha, com muito sobe e desce que não me favorece em nada, tendo o meu camarada de andamento de distanciado de imediato. Ainda antes da separação dos percursos já me encontrava sozinho, tendo-me ressentido da noite mal dormida e também das subidas iniciais que me caiem sempre mal. A partir do meio do percurdo comecei a sentir-me melhor e recuperei bastante, tendo chegado a um grupo e seguido com eles até final. À chegada fiquei surpreendido, pois o camarada que julguei ir à minha frente, afinal ainda não tinha chegado, tinha-se perdido. Ah pois é, é preciso olhar para as setinhas.
O almoço foi num local excelente, muito espaçoso, sendo a ementa normal para a ocasião, sem deslumbrar mas com o necessário.
No sorteio o meu camarada lá ganhou mais um capacete. Como o número que tem em casa é de tal ordem elevado e dadas as dificuldades sentidas, pretende trocar por um aparelho da Garmin.
Para o ano estarei novamente em Aljezur.
Desmaiar a Pedalar - 1 de Maio - Marmelete
No dia 1 de Maio, teve lugar em Marmelete, mais uma edição do "Desmaiar a Pedalar". Quando acordei de manhã ainda pensei 2 vezes em me levantar, mas dado ser o passeio da minha terra, lá saí da cama e fui-me preparar.
Começou a chover ainda antes da partida, o que é muito desagradável, pois arrancamos logo molhados. Em relação ao percurso, estava bem marcado e apenas apanhamos mais lama numa zona baixa junto à barragem da bravura. No regresso a Marmelete, tivemos de fazer uma subidinha mais teimoso, mas que o meu grupo (3 elementos, o campeão esse tinha outras ideias e andou sempre na frente) conseguiu ultrapassar. Tive alguns problemas na parte final, pois o prato pequeno danificou-se e subir o Zebro em dupla não é tarefa fácil.
No final veio a melhor parte, pois o almoço foi o tradicional javali estufado, bem regado e acompanhado dos amigos de sempre.
O meu obrigado à organização, pois se não fossem eles, neste dia teria ficado de certeza em casa.
terça-feira, 12 de abril de 2011
Mais um treino (já quase a sério)
No passado Domingo lá voltei a fazer companhia aos meus habituais camaradas, que há muito ansiavam pela minha presença (vá se lá saber porquê).
À hora do costume lá se partiu para mais uma voltinha domingueira, desta vez para os lados do Autódromo, pois eu ainda estava cansado do dia anterior, bem como o Contador, que, pelos vistos, passado algum tempo vai ter adversário de respeito.
Parte inicial para aquecer, com a companhia de um camarada que se treinasse ... . A partir da Portela do Vale foi sempre a descer a um ritmo considerável, com passagem da praxe pelo autódromo. O regresso, agora menos a descer, foi feito pelo Zebro, numa subida mítica que em tempos era de respeito para actuais campeões.
O gráfico marcou 42km, mas na verdade foram mais 8, pois já depois dos alongamentos, fomos escoltar o nosso campeão a casa, não fosse ele querer fazer mais uma volta ao circuito e chegar transpirado a casa.
Vamos lá ver se Domingo há mais.
domingo, 13 de março de 2011
Mais um (meio) regresso
Após uma paragem para os treinos sempre exigentes inerentes à época carnavalesca, eis que houve mais uma rentrée.
Depois de ouvidos os especialistas da meteorologia, lá se decidiu (o Contador e os seus 2 aguadeiros) arrancar para mais uma voltinha.
De forma a evitar a lama, optou-se por ir para os pontos altos, o que quer dizer que fomos fazer uma visita lá para os lados da Fóia. A subida foi feita a um ritmo calmo, adequado às possibilidades dos mais fracos, pois houve menino que nem suou. O pior estava para vir, pois aquilo lá em cima não estava grande coisa, primeiro o nevoeiro e depois, já na descida, alguma chuvinha.
A vantagem (ou desvantagem) de conhecer o terreno fez com que procurássemos, com sucesso, um abrigo, onde estivemos mais de uma hora sempre na esperança de parar.
Não parou, mas abrandou um pouco, o que fez com que ganhássemos coragem para nos fazermos à estrada, onde, por entre alguma lama e poças, chegamos a casa já de banho tomado.
PS: Na próxima é preferível deixar as preces antigas e nos rendermos à ciência actual. Sugiro uma visita a http://www.accuweather.com/.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Dia 6
Pela primeira vez nos últimos tempos, à partida não estavam só os 3 do costume. Juntou-se a nós mais um elemento que tem andado arradado da prática da modalidade.
Como as ribeiras ainda estão activas e a água bem geladinha, decidimos rumar ao nosso ponto mais alto, evitando assim as linhas de água, atingindo-se praticamente os 900 m de altitude.
O dia estava maravilhoso com vistas fenomenais. A subida fez-se com alguma normalidade, com a excepção da ordem de chegada à contagem de montanha (não há milagres). Acredito que daqui a uma semana a ordem já não será a mesma.
A descida foi feita por uns caminhos que, pra mim, foram uma novidade.
Depois do merecido banho veio a merecida ração, ingerida num alegre e saudável convívio. Em relação à ementa, para os mais curiosos, informo que desta vez, para desgosto de alguns, foi estufado e estava divinal.
A sobremesa essa dava muito para contar, tanto que nem sei da missa a metade.
Espero que ao grupo se juntem mais alguns elementos e que se repitam estes momentos tão agradáveis.
domingo, 30 de janeiro de 2011
Dia 30
Chegou o final do mês. Com ele melhorou o tempo e o número de elementos. Hoje fomos 3, os habituais, se bem que dois foram para um lado e o terceiro para outro (acho que tinha de recuperar o tempo perdido da semana passada e abalou logo de madrugada).
Havia mais alguma lama que na semana passada, mas nada de mais. O percurso foi muito semelhante ao anterior, com excepção da parte final que foi mais soft, tendo-se compensado com mais alguns quilómetros, atingindo quase os 25. No final veio a surpresa, com o encontro com o elemento madrugador.
A treinar desta maneira, em breve estamos de regresso à forma com que já abrilhantamos as mais diversas provas por este Algarve a Alentejo, onde já ombreamos com diversos campeões.
Domingo vai haver mais e talvez com surpresa no final.
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Dia 23
Pois é. Eu sabia que este tempo havia de vir. Hoje tive de ir mesmo sozinho. Um por supostas razões profissionais, outro talvez por overtraining, neste domingo de manhã parti sozinho para a aventura. E que aventura: frio, solidão e subidas.
Os quilómetros não foram muitos mas tenho a certeza que a altimetria deve ter estado ao nível de algumas maratonas que por aí se fazem (ver gráfico).
Os quilómetros não foram muitos mas tenho a certeza que a altimetria deve ter estado ao nível de algumas maratonas que por aí se fazem (ver gráfico).
A surpresa agradável foi o estado do terreno, simplesmente excelente, apesar da chuva. Vamos lá ver se no próximo domingo o tempo deixa repetir a graça, se bem que agora espero que acompanhado.
PS: Apesar de saber que ia sozinho, foram várias as vezes que, nas subidas, olhava para trás à procura dos camaradas.
domingo, 16 de janeiro de 2011
Após o Descanso, o Regresso. De novo a penar.
No seguimento de algumas preocupações demonstradas por alguns dos nossos seguidores, informo que estamos vivos e de boa saúde.
Depois de um longo interregno, pelos mais diversos motivos, eis que a trempe regressou. É verdade, hoje, pelas 9:00, aproximadamente, lá partimos para mais uma voltinha, com a novidade de, por motivos técnicos, ter sido feita com as nossas estradeiras.
Saída em direcção a Monchique, sendo que, lá para os lados da Nave, voltamos à direita para as Caldas e Portimão à procura do quentinho. Foi impressionante o número de camaradas que encontramos a subir, enquanto nós seguíamos em sentido contrário.
Chegados a Portimão era preciso pensar num regresso que, após uma breve conversação, foi feito pelos Casais, que sempre é melhor que o Enxameador ou Romeiras, pois qualquer uma destas escaladas faz mossa na rentrée de qualquer um.
A subida correu melhor do que se esperava e a chegada a Marmelete aconteceu às 12:30, depois de algumas paragens pelo meio, com 65 km feitos e algumas dores naqueles sítios habituais. Vamos lá ver se domingo já há condições para ir para o mato.
PS: Não há gráfico, pois o aparelho que faz essas modernices está destacado noutra bike. Há um companheiro que também tem, mas, pelos vistos, ainda anda a aprender a andar nele. Em breve deve ter a carta tirada.
Depois de um longo interregno, pelos mais diversos motivos, eis que a trempe regressou. É verdade, hoje, pelas 9:00, aproximadamente, lá partimos para mais uma voltinha, com a novidade de, por motivos técnicos, ter sido feita com as nossas estradeiras.
Saída em direcção a Monchique, sendo que, lá para os lados da Nave, voltamos à direita para as Caldas e Portimão à procura do quentinho. Foi impressionante o número de camaradas que encontramos a subir, enquanto nós seguíamos em sentido contrário.
Chegados a Portimão era preciso pensar num regresso que, após uma breve conversação, foi feito pelos Casais, que sempre é melhor que o Enxameador ou Romeiras, pois qualquer uma destas escaladas faz mossa na rentrée de qualquer um.
A subida correu melhor do que se esperava e a chegada a Marmelete aconteceu às 12:30, depois de algumas paragens pelo meio, com 65 km feitos e algumas dores naqueles sítios habituais. Vamos lá ver se domingo já há condições para ir para o mato.
PS: Não há gráfico, pois o aparelho que faz essas modernices está destacado noutra bike. Há um companheiro que também tem, mas, pelos vistos, ainda anda a aprender a andar nele. Em breve deve ter a carta tirada.
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