Chegados ao Autódromo e aí veio o pior, diga-se melhor, pois havia por lá uma exposição de carros, divinalmente acompanhados. A vista era tão boa que nos esquecemos que a hora ia avançando, o que nesta altura significa igualmente que a temperatura vai aumentando.
Do Autódromo para Marmelete foi sempre a subir, com a agravante do percurso ter sido definido pelo Contador, que imediatamente se prontificou a escolher um caminho à sombra e mais fresquinho. Além de não ser fresco ainda apanhamos talvez a pior subida que se pode encontrar (e não estou a falar do Enxameador por terra), pois de um trepador o que seria de esperar?
A minha sorte foi que tive um furo pequeno (eu não o pneu), o que me obrigou a parar duas ou três vezes na subida, tendo sido prontamente auxiliado pelos dois camaradas, que julgavam e acho que vão continuar a pensar, que eu é que vazei a roda.
Consegui chegar sem precisar de meter uma câmara de ar, mas muito debilitado, tomei o merecido almoço (desta vez em casa) e prometi não me meter noutra tão cedo (ou melhor tão tarde). Foi mesmo duro, mais pelo imenso calor (a subida foi feita ao meio dia) que pela dificuldade do percurso, pois o acumulado foi insignificante, como podem ver abaixo.
No próximo domingo vamos partir às 7 da manhã e lamentamos que não existam mais elementos quererem juntar-se ao trio.
Ficamos à espera.
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