domingo, 25 de julho de 2010

Dia 25

Mais um Domingo mais uma voltinha e com algumas novidades. Já diz o ditado que todos os santos têm o seu dia e aplicou-se que nem uma luva, pois desta vez fui bem caçado. Não sei se por coincidência ou por conspiração de alto grau, o que é certo é que fui deixado à partida somente à conta do Contador. Ainda tive para me baldar, mas pelo respeito e consideração que me merece, lá parti, com dúvidas acerca de quando e em que estado iria chegar.

Fizemos um percurso de estrada, com as respectivas bikes. A partida foi às 8:00, cedinho, com a chegada pelas 12:30. Pelo peio houve passagens pela Vila do Bispo, Alfambras, Bensafrim e Arão.

Desta vez não há gráfico nem grande informações, pois não levei esse Polar. Para os mais curiosos só adianto que, ao nível da quilometragem, se ultrapassou os 3 dígitos.

Por último resta-me alertar todos aqueles campeões que, umas vezes devido à praia e outras à caça, vão faltando aos treinos podem um dia, mesmo que longínquo, vir a ter alguma surpresa desagradável.

Votos de um bom domingo a todos os atletas, independentemente da modalidade ou do local onde a praticam (à beira mar, na sala ou no quarto).

PS: Hoje é uma data muito especial. Daqui a pouco o grande campeão Lance Armstrong termina a sua brilhante carreira. Deixo aqui o meu reconhecimento e a minha humilde homenagem.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Dia 17

Neste fim de semana decidimos variar um pouco. Em lugar de sair no domingo de manhã, decidimos partir no sábado à tarde e fugir ao calor dos últimos dias.

Arrancamos às 17:00, desta vez um grupo de 5 elementos (os 3 habituais mais 2 elementos que andavam um pouco afastados mas que decidiram e bem juntar-se a nós) com o objectivo de fazer uma voltinha o mais soft possível.

Assim, não nos restou outra hipótese que fazer o percurso da barragem, com regresso pela subida do mosqueiro, a única dificuldade do dia.

Passeio tranquilo, sem problemas pelo meio, que deu para queimar algumas calorias, imediatamente repostas, pois à chegada estava um javali à nossa espera, tendo a noite terminado pela madrugada, pois foi dia de festa na terra.

Mais um vez o nosso obrigado a quem nos fez companhia, pena que não sejam mais, pois ainda continua a haver alguns que se ficam apenas pelo jantar. Esperemos que estes em breve se juntem à "equipe".

Para ficar com uma pequena ideia acerca do percurso consulte o gráfico com as respectivas informações.

domingo, 11 de julho de 2010

Dia 11

Hoje foi um dia diferente do habitual, mesmo andando de bike. Devido a um pequeno problema de saúde, hoje o grupo devia ser só de 2. Como tive um furo ainda não resolvido numa das minhas rodas de BTT, decidi lançar o desafio de pegarmos nas maganas de estrada e irmos até Portimão.

A saída estava marcada para as 8:00, com a presença de um atleta de nome da cidade, mas pela hora marcada, Contador nenhum. Fiquei preocupado, pois tem tanto de pontual como de força nas subidas. Ao ligar-lhe fiquei a saber que estava com uma avaria na viatura que o transportava a ele e à bike.

Decidi arrancar mais o outro camarada, ficando combinado de nos encontrarmos mais tarde. Deve ter sido um problema grave, pois só se juntou a nós aos 72 km.

Regressamos a Portimão, já com uma temperatura elevada e o polar a registar mais de 90 km. Agora é altura de ver os nossos colegas pela televisão.

Hoje não há gráfico porque não levei o polar de BTT, não por ter avariado.

domingo, 4 de julho de 2010

Dia 4

Pois é. Mais um domingo mais uma voltinha. Pelas 9 da manhã (é verdade já temos idade para ter juízo, mas pelos vistos não) e com a normalidade do número de elementos reposta, lá partiu a trempe para mais um treino. Como estava calor e tínhamos ouvido dizer que havia qualquer coisa lá prós lados do Autódromo, lá partimos com esse rumo. Escusado é dizer que foram uns 20 km (quase) sempre a descer, pois pelo meio os camaradas quiseram levar-me a umas subidinhas já por eles conhecidas e onde é preciso alguma malandrice para as fazer, manha essa que eu ainda não a tinha, pois era a primeira vez que por lá passava. Mas consegui ultrapassá-las, se bem que nem sempre na posição que mais se identifica com a modalidade.

Chegados ao Autódromo e aí veio o pior, diga-se melhor, pois havia por lá uma exposição de carros, divinalmente acompanhados. A vista era tão boa que nos esquecemos que a hora ia avançando, o que nesta altura significa igualmente que a temperatura vai aumentando.

Do Autódromo para Marmelete foi sempre a subir, com a agravante do percurso ter sido definido pelo Contador, que imediatamente se prontificou a escolher um caminho à sombra e mais fresquinho. Além de não ser fresco ainda apanhamos talvez a pior subida que se pode encontrar (e não estou a falar do Enxameador por terra), pois de um trepador o que seria de esperar?

A minha sorte foi que tive um furo pequeno (eu não o pneu), o que me obrigou a parar duas ou três vezes na subida, tendo sido prontamente auxiliado pelos dois camaradas, que julgavam e acho que vão continuar a pensar, que eu é que vazei a roda.

Consegui chegar sem precisar de meter uma câmara de ar, mas muito debilitado, tomei o merecido almoço (desta vez em casa) e prometi não me meter noutra tão cedo (ou melhor tão tarde). Foi mesmo duro, mais pelo imenso calor (a subida foi feita ao meio dia) que pela dificuldade do percurso, pois o acumulado foi insignificante, como podem ver abaixo.

No próximo domingo vamos partir às 7 da manhã e lamentamos que não existam mais elementos quererem juntar-se ao trio.

Ficamos à espera.