Partida as 9:00 (mais precisamente 9:10), com um grupo de 4 elementos (os suspeitos do costume juntamente com o amigo Maria). Partimos praticamente com uma descida valente, num estradão que aos poucos mais parece um trilho, culminando com uma sempre interessante passagem por uma ribeira. Iniciou-se aí a primeira subida das duas do dia, feita em estradão mas com pedras soltas que exigiam alguma técnica para a perninha não ir ao chão. Obviamente que aqui começou a selecção natural, tendo eu me resignado à posição habitual, se bem que inesperadamente acompanhado.
Seguiu-se a segunda descida, num verdadeiro estradão mas com muita gravilha, o que a tornava perigosa, ainda para mais com velocidades superiores a 40 km/h. Tive de reduzir um pouco, pois ia com um raio partido e tinha receio deste número aumentar progressivamente, o que felizmente não aconteceu. Algum tempo depois chegamos à zona mais baixa do percurso.
A partir dos 15 km foi sempre andar nuns altos e baixos mais ou menos acentuados, sem nunca haver lugar a descanso, até chegarmos ao km 30, onde a indicação de um colega nosso, reforçada pelo comentário de um local (agora vai ter uma subidinha, seguido de um sorriso), fazia adivinhar o pior. Foi sem dúvida a maior dificuldade do dia, onde a táctica utilizada pelos mais capacitados que imprimiram um ritmo forte, veio a revelar-se não muito acertada, pois deixou marcas e por um triz provocava um resultado no grupo com consequências que aqui não me arrisco a prever.
Finda a subida, chegamos a uma parte mais rolante, com uma velocidade bem elevada, que alterou alguns desempenhos.
Chegados a Marmelete veio o merecido banho, seguido do nosso tradicional javali feito no locar habitual, devidamente e moderadamente acompanhado, que serviu para recompor energias e efectuar os relatos na 1.ª pessoa. Terminou mais um domingo de BTT muito bem passado.
Quem quiser aceder a mais informação, alguma dela pessoal, pode consultar o gráfico abaixo.
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