domingo, 27 de junho de 2010

Dia 27

Hoje pelas 9:00 horas tive uma boa surpresa, pois ao chegar ao local habitual da concentração, não estavam só os 3 do costume, mas mais 2 (e que 2, Tio e Sobrinho) e passados alguns kms outros 2. Quer isto dizer que a meio caminho, o pelotão era de 7. Havia muito tempo que, em Marmelete, o grupo não era tão numeroso para um simples treino.

Grande parte do percurso teve por base o que futuramente irá ser a avalanche ao contrário (a escalada Aljezur - Fóia). Saída a descer até muito perto do nível do mar. A partir daqui entrou-se na única subida do dia, que nos levou até aos 902 m de altitude, apesar do gps marcar um pouco menos (problema técnico).

Depois de estarmos no alto da Fóia foi só descer, tendo passado por alguns trilhos que são o expoente máximo cá da zona.

Em termos de andamento foi muito interessante, pois seguimos quase sempre juntos o que favorece o convívio, com excepção da chegada ao alto onde os nossos generais quiseram puxar pelos galões, mesmo que nem todos tivessem lá chegado nas mesmas condições.

No final, após o merecido banho veio o não menos justificado almoço, com a ementa e o rescaldo habituais.

Esqueci-me de levar o meu instrumento de recolha de dados, pelo que o gráfico que se apresenta abaixo só foi possível graças ao nosso trepaceiro -mor. Em forma de complemento posso dizer que o acumulado ficou ligeiramente abaixo dos 1000 metros, num total de 36 km. Portanto nada de mais.

Track para GPS

PS: Houve um amigo que além de não ter comparecido à hora da partida ainda conseguiu chegar atrasado ao almoço.

domingo, 20 de junho de 2010

Dia 20

Pois é. Hoje é domingo, logo dia de sacrifício. À hora marcada lá arranquei, acompanhado pelo Contador e o seu braço direito, para mais uma voltinha. Ao contrário do habitual começamos a subir, facto que se prolongou por 13 km aproximadamente. É isso mesmo, os meninos queriam ver como estava o tempo no alto da Fóia. Depois descemos para Monchique e ainda fomos a tempo de dar apoio aos camaradas de equipa que foram participar na Estafeta do BTT Monchique, que a esta hora já se sabe que prestigiaram o já famoso equipamento verdinho. A partir daí viemos por estrada, fazendo um desvio ainda a tempo de se apanhar uma subida considerável e dos camaradas me mostrarem onde é o meu lugar.

Em suma, mais um domingo bem passado sem nada de relevante a acrescentar. Vamos lá ver se em breve haverá novidades.

Como é hábito pode dar uma vista de olhos no gráfico abaixo para perceber um pouco melhor da dificuldade do percurso.

sábado, 19 de junho de 2010

Dia 13

Mais um domingo, mais uma voltinha. Devo dizer que o apetite não era muito, pois no dia anterior fui fazer uma caminhada, seguida de almoço, que me deixou mazelas a vários níveis. Como se não fosse suficiente, ainda andei nos santos populares, de volta das sardinhas e não só, até muito perto das 2 da manhã.

Pelas 9:00, lá partiu a trempe para mais um passeio, desta vez para caminhos já conhecidos com a garantia que, segundo o guia deste dia o percurso iria ser fácil, pois nutre por mim elevada consideração e como eu estava debilitado, seria um dado a ter em conta. Isto é que são amigos.

A parte inicial foi a descer, como acontece sempre em Marmelete (com excepção de quando se vai para a Fóia), seguida de poucos kms plano. A partir deste ponto foi um sobe e desce constante, onde não me lembro de ter descansado, quer a subir ou mesmo a descer.

No final passamos umas ribeiras já nossas conhecidas e terminamos com uma escalada já mítica e que tanta mossa fez noutros tempos, inclusivé a actuais campeões. Para mim continua a fazer.

Para ter uma indicação mais precisa da dificuldade do percurso, consulte o gráfico abaixo

PS: Na próxima é melhor levar GPS.


Dia 06

Depois de algumas saídas para concelhos vizinhos, hoje houve um grupo que decidiu pedalar pela Freguesia. Havia muito tempo que estava prevista uma deslocação ao sítio da Perna da Negra, local de origem da família do nosso Contador, que hoje se apresentou com uma indumentária amarelada.

Partida as 9:00 (mais precisamente 9:10), com um grupo de 4 elementos (os suspeitos do costume juntamente com o amigo Maria). Partimos praticamente com uma descida valente, num estradão que aos poucos mais parece um trilho, culminando com uma sempre interessante passagem por uma ribeira. Iniciou-se aí a primeira subida das duas do dia, feita em estradão mas com pedras soltas que exigiam alguma técnica para a perninha não ir ao chão. Obviamente que aqui começou a selecção natural, tendo eu me resignado à posição habitual, se bem que inesperadamente acompanhado.

Seguiu-se a segunda descida, num verdadeiro estradão mas com muita gravilha, o que a tornava perigosa, ainda para mais com velocidades superiores a 40 km/h. Tive de reduzir um pouco, pois ia com um raio partido e tinha receio deste número aumentar progressivamente, o que felizmente não aconteceu. Algum tempo depois chegamos à zona mais baixa do percurso.

A partir dos 15 km foi sempre andar nuns altos e baixos mais ou menos acentuados, sem nunca haver lugar a descanso, até chegarmos ao km 30, onde a indicação de um colega nosso, reforçada pelo comentário de um local (agora vai ter uma subidinha, seguido de um sorriso), fazia adivinhar o pior. Foi sem dúvida a maior dificuldade do dia, onde a táctica utilizada pelos mais capacitados que imprimiram um ritmo forte, veio a revelar-se não muito acertada, pois deixou marcas e por um triz provocava um resultado no grupo com consequências que aqui não me arrisco a prever.

Finda a subida, chegamos a uma parte mais rolante, com uma velocidade bem elevada, que alterou alguns desempenhos.

Chegados a Marmelete veio o merecido banho, seguido do nosso tradicional javali feito no locar habitual, devidamente e moderadamente acompanhado, que serviu para recompor energias e efectuar os relatos na 1.ª pessoa. Terminou mais um domingo de BTT muito bem passado.

Quem quiser aceder a mais informação, alguma dela pessoal, pode consultar o gráfico abaixo.