Este fim de semana decidiu-se ir dar uma volta lá pros lados de Odemira, mais precisamente Boavista dos Pinheiros. Partimos de Marmelete (3 elementos) bem cedinho para irmos nas calmas e assim foi. Chegamos à Boavista às 8:15. Bom estacionamento e entrega de dorsais rápida. O pequeno almoço pareceu-me simples mas acho que suficiente. Partida com um ligeiro atraso, perfeitamente aceitável, em direcção a um conjunto de estradões bem rolantes, com alguns aglomerados pontuais de areia que transformavam facilmente o plano numa subida de respeito. Percurso suficientemente bem marcado, com falta de uma ou outra fita, mas nada de importante. Muito pessoal da organização nos cruzamentos, pontos de água e sorrisos muito simpáticos (estou a lembrar-me da menina das fotografias na partida). À chegada veio o indispensável banho de água quente, fria ou assim-assim (era só escolher) seguido do não menos merecido almoço. A ementa já não me lembro agora o local, simplesmente fabuloso.
Parabéns à organização e continuem assim.
PS: Os meus parabéns a um elemento do meu grupo que ombreou com os craques da frente, tendo apenas perdido uns ligeiros segundos à chegada à meta, e ao outro elemento que, tendo condições para ir umas dezenas de lugares bem mais à frente, optou por esperar por mim, pois nos últimos km as minhas pernas simplesmente estouraram.
Este espaço vai privilegiar a partilha de experiências e relatos de alguns treinos/passeios de BTT pela Freguesia de Marmelete e não só.
domingo, 26 de setembro de 2010
domingo, 19 de setembro de 2010
Dia 19
Como tem vindo a ser habitual, domingo é dia de saída, mesmo que hoje não existisse grande apetite, pelos menos da minha parte. (Ah, e hoje fomos 4. Isto com jeito ainda se compõe.)
Saída logo a subir em direcção aos Picos, onde encontramos um trilho espectacular, que já havia sido feito no último domingo. Descemos em direcção aos Casais, passando pela montanha russa, onde encontramos uma autêntica parede (ver gráfico), escalada por um dos nossos elementos (acho que tem andado a ter aulas com o João Garcia). Depois seguimos rumo ao Autódromo, onde ainda tivemos tempo para ver um pouco da corrida, pois outros atractivos não havia.
A partir deste local foi sempre a subir até Marmelete, tendo a principal ascensão sido feita pelo Enxameador.
PS: As minhas rápidas melhoras para um elemento (e que elemento) que anda um pouco gripado, mas que mesmo assim não deixou de nos acompanhar (o dia de hoje não conta para a estatística).
Saída logo a subir em direcção aos Picos, onde encontramos um trilho espectacular, que já havia sido feito no último domingo. Descemos em direcção aos Casais, passando pela montanha russa, onde encontramos uma autêntica parede (ver gráfico), escalada por um dos nossos elementos (acho que tem andado a ter aulas com o João Garcia). Depois seguimos rumo ao Autódromo, onde ainda tivemos tempo para ver um pouco da corrida, pois outros atractivos não havia.
A partir deste local foi sempre a subir até Marmelete, tendo a principal ascensão sido feita pelo Enxameador.
PS: As minhas rápidas melhoras para um elemento (e que elemento) que anda um pouco gripado, mas que mesmo assim não deixou de nos acompanhar (o dia de hoje não conta para a estatística).
domingo, 12 de setembro de 2010
1.º Bye Bye Summer - Marmelete
Teve hoje lugar, em Marmelete, o 1.º Bye Bye Summer, uma homenagem que decidimos fazer ao sol que nos vai deixar para, esperemos, dar lugar à chuva e frio de inverno, que também fazem falta.
Em forma de brincadeira e com a desculpa do javali, lá nos juntamos e, de boca em boca, reunimos 15 elementos (para 1.ª edição não foi nada mau).
A partida foi de Marmelete e seguimos em direcção aos Picos, o que significa que tivemos de subir até aos 530 metros aproximadamente. Valeu a pena, pois aí tínhamos à espera um magnífico trilho e mais tarde outros dois, que nos haviam de levar ao Vale de Água. A partir daqui foi sempre a descer até muito perto do Autódromo, começando o nosso regresso a Marmelete que não foi feito sem antes enfrentarmos o Enxameador, por terra claro.
Não sei o que os outros participantes pensam mas eu gostei muito. Percurso muito bonito, com trilhos bem cicláveis e uns bons estradões. A companhia foi do melhor e o almoço divinal.
Quem quiser dar uma espreitadela nas fotos pode fazê-lo no link abaixo, bem como analisar o gráfico do percurso e deixar algum comentário, caso entenda.
Para os que faltaram, podem sempre retirar o track e fazer noutro dia.
Em forma de brincadeira e com a desculpa do javali, lá nos juntamos e, de boca em boca, reunimos 15 elementos (para 1.ª edição não foi nada mau).
A partida foi de Marmelete e seguimos em direcção aos Picos, o que significa que tivemos de subir até aos 530 metros aproximadamente. Valeu a pena, pois aí tínhamos à espera um magnífico trilho e mais tarde outros dois, que nos haviam de levar ao Vale de Água. A partir daqui foi sempre a descer até muito perto do Autódromo, começando o nosso regresso a Marmelete que não foi feito sem antes enfrentarmos o Enxameador, por terra claro.
Não sei o que os outros participantes pensam mas eu gostei muito. Percurso muito bonito, com trilhos bem cicláveis e uns bons estradões. A companhia foi do melhor e o almoço divinal.
Quem quiser dar uma espreitadela nas fotos pode fazê-lo no link abaixo, bem como analisar o gráfico do percurso e deixar algum comentário, caso entenda.
Para os que faltaram, podem sempre retirar o track e fazer noutro dia.
domingo, 5 de setembro de 2010
1.º Raid da AABV - Parchal
Depois de um longo interregno, lá surgiu a oportunidade de dar uma voltinha "a nível oficial" lá para os lados de Portimão. Eu por mim pensava que por esses sítios só existiam bons caminhos, mas enganei-me.
Pelas 8:00 lá estava eu junto à sede da Associação, onde encontrei o outro camarada do meu grupo (é verdade fomos 2), só que reparei que o dorsal dele tinha uma bolinha vermelha, pois ia para o percurso dos maiores de 18. Eu, devido a uma pontada que me tem acompanhado, devido ao calor, por ser Domingo, ... , fui ao outro, onde me esperavam 34 km.
Não sou a pessoa mais indicada para fazer uma justa apreciação à organização, pois não tomei pequeno almoço (mas sei que havia), banho fui tomar a casa, pois já tinha almoço combinado. Em relação ao almoço, pelo que foi anunciado à partida, era coisa para noutros tempos sair de lá já de noite e alegre.
No que toca ao percurso gostei muito, pois é diferente daquilo que encontro aqui prós lados de Marmelete. Magníficos estradões para dar gás e alguns trilhos bastante apetecíveis. Não parei no reforço e considerei que estava muito bem marcado, com umas pequenas excepções, curiosamente onde estavam alguns membros da organização.
De aspecto negativo apenas realço o considerável atraso à partida, pois se decidiram definir as 8:00 para a partida para fugir ao calor, então deveria ter sido cumprido, pois assim foi 8:00 para uns e 8:30 ou mais para outros.
Para o ano tudo farei para estar presente, pois para 1.ª organização, 5 estrelas.
Quando houver classificações, fotos e outra informação relevante colocarei por aqui. Até lá fica o gráfico com alguns dados.
Pelas 8:00 lá estava eu junto à sede da Associação, onde encontrei o outro camarada do meu grupo (é verdade fomos 2), só que reparei que o dorsal dele tinha uma bolinha vermelha, pois ia para o percurso dos maiores de 18. Eu, devido a uma pontada que me tem acompanhado, devido ao calor, por ser Domingo, ... , fui ao outro, onde me esperavam 34 km.
Não sou a pessoa mais indicada para fazer uma justa apreciação à organização, pois não tomei pequeno almoço (mas sei que havia), banho fui tomar a casa, pois já tinha almoço combinado. Em relação ao almoço, pelo que foi anunciado à partida, era coisa para noutros tempos sair de lá já de noite e alegre.
No que toca ao percurso gostei muito, pois é diferente daquilo que encontro aqui prós lados de Marmelete. Magníficos estradões para dar gás e alguns trilhos bastante apetecíveis. Não parei no reforço e considerei que estava muito bem marcado, com umas pequenas excepções, curiosamente onde estavam alguns membros da organização.
De aspecto negativo apenas realço o considerável atraso à partida, pois se decidiram definir as 8:00 para a partida para fugir ao calor, então deveria ter sido cumprido, pois assim foi 8:00 para uns e 8:30 ou mais para outros.
Para o ano tudo farei para estar presente, pois para 1.ª organização, 5 estrelas.
Quando houver classificações, fotos e outra informação relevante colocarei por aqui. Até lá fica o gráfico com alguns dados.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Dia 16
Depois de muitas promessas e adiamentos, surgiu a altura de mostrar alguns caminhos a um amigo lá dos lados do Norte, que está por cá de férias e trouxe a sua bike.
Para não o "castigar" muito, não o levei logo para Marmelete. Combinamos um encontro no Autódromo, de onde partimos em direcção à Corte-Cibrão, passando pelo Vale de Rato. Seguimos para o Vale da Junça em direcção à Barragem da Bravura. Como se estava a fazer um bocadinho tarde, decidi encurtar um pouco, seguindo para a Vagarosa, Ribeira de Santa Maria e Romeiras. A partir daqui veio a parte mais complicada, que nos levou ao Tojeiro e de seguida de regresso ao Autódromo, com passagem pelo Gordeiro.
De referir que a prestação do nosso convidado foi muito positiva, sendo que da próxima já poderá subir de categoria para uma visitinha a Marmelete.
PS: Não sei o que se passa com o amigo que nos acompanhou (portador de uma trek vermelha) que está numa forma invejável, chegando ao ponto de nos humilhar à chegada, com um sprint de fazer inveja ao grande Cavendish.
Para não o "castigar" muito, não o levei logo para Marmelete. Combinamos um encontro no Autódromo, de onde partimos em direcção à Corte-Cibrão, passando pelo Vale de Rato. Seguimos para o Vale da Junça em direcção à Barragem da Bravura. Como se estava a fazer um bocadinho tarde, decidi encurtar um pouco, seguindo para a Vagarosa, Ribeira de Santa Maria e Romeiras. A partir daqui veio a parte mais complicada, que nos levou ao Tojeiro e de seguida de regresso ao Autódromo, com passagem pelo Gordeiro.
De referir que a prestação do nosso convidado foi muito positiva, sendo que da próxima já poderá subir de categoria para uma visitinha a Marmelete.
PS: Não sei o que se passa com o amigo que nos acompanhou (portador de uma trek vermelha) que está numa forma invejável, chegando ao ponto de nos humilhar à chegada, com um sprint de fazer inveja ao grande Cavendish.
Dia 14
Mais uma vez a saída de fim de semana ocorreu no sábado. Pelas 17 horas e novamente os 3 do costume, teve início mais uma voltinha de BTT pela Freguesia de Marmelete. Não foi muito puxado, pois as férias têm sido exigentes (pelo menos para 1 dos elementos) e ricas em outras actividades, para as quais também é preciso estar em forma.
Saímos de Marmelete e descemos para o Malhão. Aí seguimos para a Vagarosa e depois Três-Figos. A partir daqui começaram as dificuldades, pois subimos em direcção às alturas do Moirão, um percurso muito acentuado, tendo ultrapassado a terrível subida da Bica.
Em breve colocarei o gráfico com todas as informações.
PS: Se for andar de bike, principalmente em subidas, não caía no erro de dormir a seguir ao almoço, pois as consequências poderão não ser as mais agradáveis.
Saímos de Marmelete e descemos para o Malhão. Aí seguimos para a Vagarosa e depois Três-Figos. A partir daqui começaram as dificuldades, pois subimos em direcção às alturas do Moirão, um percurso muito acentuado, tendo ultrapassado a terrível subida da Bica.
Em breve colocarei o gráfico com todas as informações.
PS: Se for andar de bike, principalmente em subidas, não caía no erro de dormir a seguir ao almoço, pois as consequências poderão não ser as mais agradáveis.
domingo, 8 de agosto de 2010
Dia 7
Pois é, mais uma vez a saída de fim de semana foi feita ao sábado. Partida pelas 17:40 (40 min de atraso) para tentar fugir a algum calor.
Desta vez conseguiu-se reunir um total de 5 elementos (baixa do Contador, devidadente justificada) mas compensada com a presença de uma figura, em tempos presença assídua no pelotão nacional.
A pedido deste amigo, fomos-lhe mostrar o caminho de Marmelete até à Fóia, mas tendo feito primeiramente uma aproximação a Aljezur, de onde ele queria partir no dia seguinte.
Assim, saímos de Marmelete, descemos até à Rocha pela Abitureira, tendo depois seguido para a Foz de Cubo. O problema começou aqui, com uma subidita que tentou brincar connosco, prolongando-se por alguns kms.
Depois entramos nuns altos e baixos acentuados, tendo-se voltado a subir até ao Chilrão onde se fez um abastecimento de líquidos (bendita nascente).
Tendo em conta o horário já tardio e uma vez que alguns elementos tinham outros compromissos igualmente respeitáveis, decidimos ficar por aqui em termos de escalada.
Seguimos em direcção a Marmelete, com passagem pelo sítio dos picos (mais uma subidinha), tendo-se de seguida feito a aproximação a Marmelete por um trilho espectacular.
À chegada ainda deu para ver dois ilustres praticantes da modalidade que, certamente para recuperar de outras etapas, estavam num merecido repouso.
Desta vez conseguiu-se reunir um total de 5 elementos (baixa do Contador, devidadente justificada) mas compensada com a presença de uma figura, em tempos presença assídua no pelotão nacional.
A pedido deste amigo, fomos-lhe mostrar o caminho de Marmelete até à Fóia, mas tendo feito primeiramente uma aproximação a Aljezur, de onde ele queria partir no dia seguinte.
Assim, saímos de Marmelete, descemos até à Rocha pela Abitureira, tendo depois seguido para a Foz de Cubo. O problema começou aqui, com uma subidita que tentou brincar connosco, prolongando-se por alguns kms.
Depois entramos nuns altos e baixos acentuados, tendo-se voltado a subir até ao Chilrão onde se fez um abastecimento de líquidos (bendita nascente).
Tendo em conta o horário já tardio e uma vez que alguns elementos tinham outros compromissos igualmente respeitáveis, decidimos ficar por aqui em termos de escalada.
Seguimos em direcção a Marmelete, com passagem pelo sítio dos picos (mais uma subidinha), tendo-se de seguida feito a aproximação a Marmelete por um trilho espectacular.
À chegada ainda deu para ver dois ilustres praticantes da modalidade que, certamente para recuperar de outras etapas, estavam num merecido repouso.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Dia 1
Pois é: se pensavam que não tinha havido voltinha neste Domingo enganaram-se. Partimos (a trempe) bem cedinho de forma a evitar o calor e chegar mais cedo, pois outros deveres existiam.
Decidimos, por isso, optar por uma distância curta, bem ao jeito do Obikwelu, mas este só deu sinais lá pela tarde.
Subimos a Fóia, pela sombra, mas nem lá no alto fazia fresco. Regressamos a Marmelete, com 25 kms feitos (estou a falar a sério) e em plena forma para actuar em mais uma edição da Feira de Artesanato.
Para um melhor conhecimento do percurso, consulte o gráfico com as informações. Desta vez tinha dado para outros elementos do grupo, que há muito se andam a cortar.
PS: Os meus parabéns e votos de um dia feliz aos 3 elementos do grupo que completam hoje mais um aniversário.
Decidimos, por isso, optar por uma distância curta, bem ao jeito do Obikwelu, mas este só deu sinais lá pela tarde.
Subimos a Fóia, pela sombra, mas nem lá no alto fazia fresco. Regressamos a Marmelete, com 25 kms feitos (estou a falar a sério) e em plena forma para actuar em mais uma edição da Feira de Artesanato.
Para um melhor conhecimento do percurso, consulte o gráfico com as informações. Desta vez tinha dado para outros elementos do grupo, que há muito se andam a cortar.
PS: Os meus parabéns e votos de um dia feliz aos 3 elementos do grupo que completam hoje mais um aniversário.
domingo, 25 de julho de 2010
Dia 25
Mais um Domingo mais uma voltinha e com algumas novidades. Já diz o ditado que todos os santos têm o seu dia e aplicou-se que nem uma luva, pois desta vez fui bem caçado. Não sei se por coincidência ou por conspiração de alto grau, o que é certo é que fui deixado à partida somente à conta do Contador. Ainda tive para me baldar, mas pelo respeito e consideração que me merece, lá parti, com dúvidas acerca de quando e em que estado iria chegar.
Fizemos um percurso de estrada, com as respectivas bikes. A partida foi às 8:00, cedinho, com a chegada pelas 12:30. Pelo peio houve passagens pela Vila do Bispo, Alfambras, Bensafrim e Arão.
Desta vez não há gráfico nem grande informações, pois não levei esse Polar. Para os mais curiosos só adianto que, ao nível da quilometragem, se ultrapassou os 3 dígitos.
Por último resta-me alertar todos aqueles campeões que, umas vezes devido à praia e outras à caça, vão faltando aos treinos podem um dia, mesmo que longínquo, vir a ter alguma surpresa desagradável.
Votos de um bom domingo a todos os atletas, independentemente da modalidade ou do local onde a praticam (à beira mar, na sala ou no quarto).
PS: Hoje é uma data muito especial. Daqui a pouco o grande campeão Lance Armstrong termina a sua brilhante carreira. Deixo aqui o meu reconhecimento e a minha humilde homenagem.
Fizemos um percurso de estrada, com as respectivas bikes. A partida foi às 8:00, cedinho, com a chegada pelas 12:30. Pelo peio houve passagens pela Vila do Bispo, Alfambras, Bensafrim e Arão.
Desta vez não há gráfico nem grande informações, pois não levei esse Polar. Para os mais curiosos só adianto que, ao nível da quilometragem, se ultrapassou os 3 dígitos.
Por último resta-me alertar todos aqueles campeões que, umas vezes devido à praia e outras à caça, vão faltando aos treinos podem um dia, mesmo que longínquo, vir a ter alguma surpresa desagradável.
Votos de um bom domingo a todos os atletas, independentemente da modalidade ou do local onde a praticam (à beira mar, na sala ou no quarto).
PS: Hoje é uma data muito especial. Daqui a pouco o grande campeão Lance Armstrong termina a sua brilhante carreira. Deixo aqui o meu reconhecimento e a minha humilde homenagem.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Dia 17
Neste fim de semana decidimos variar um pouco. Em lugar de sair no domingo de manhã, decidimos partir no sábado à tarde e fugir ao calor dos últimos dias.
Arrancamos às 17:00, desta vez um grupo de 5 elementos (os 3 habituais mais 2 elementos que andavam um pouco afastados mas que decidiram e bem juntar-se a nós) com o objectivo de fazer uma voltinha o mais soft possível.
Assim, não nos restou outra hipótese que fazer o percurso da barragem, com regresso pela subida do mosqueiro, a única dificuldade do dia.
Passeio tranquilo, sem problemas pelo meio, que deu para queimar algumas calorias, imediatamente repostas, pois à chegada estava um javali à nossa espera, tendo a noite terminado pela madrugada, pois foi dia de festa na terra.
Mais um vez o nosso obrigado a quem nos fez companhia, pena que não sejam mais, pois ainda continua a haver alguns que se ficam apenas pelo jantar. Esperemos que estes em breve se juntem à "equipe".
Para ficar com uma pequena ideia acerca do percurso consulte o gráfico com as respectivas informações.
Arrancamos às 17:00, desta vez um grupo de 5 elementos (os 3 habituais mais 2 elementos que andavam um pouco afastados mas que decidiram e bem juntar-se a nós) com o objectivo de fazer uma voltinha o mais soft possível.
Assim, não nos restou outra hipótese que fazer o percurso da barragem, com regresso pela subida do mosqueiro, a única dificuldade do dia.
Passeio tranquilo, sem problemas pelo meio, que deu para queimar algumas calorias, imediatamente repostas, pois à chegada estava um javali à nossa espera, tendo a noite terminado pela madrugada, pois foi dia de festa na terra.
Mais um vez o nosso obrigado a quem nos fez companhia, pena que não sejam mais, pois ainda continua a haver alguns que se ficam apenas pelo jantar. Esperemos que estes em breve se juntem à "equipe".
Para ficar com uma pequena ideia acerca do percurso consulte o gráfico com as respectivas informações.
domingo, 11 de julho de 2010
Dia 11
Hoje foi um dia diferente do habitual, mesmo andando de bike. Devido a um pequeno problema de saúde, hoje o grupo devia ser só de 2. Como tive um furo ainda não resolvido numa das minhas rodas de BTT, decidi lançar o desafio de pegarmos nas maganas de estrada e irmos até Portimão.
A saída estava marcada para as 8:00, com a presença de um atleta de nome da cidade, mas pela hora marcada, Contador nenhum. Fiquei preocupado, pois tem tanto de pontual como de força nas subidas. Ao ligar-lhe fiquei a saber que estava com uma avaria na viatura que o transportava a ele e à bike.
Decidi arrancar mais o outro camarada, ficando combinado de nos encontrarmos mais tarde. Deve ter sido um problema grave, pois só se juntou a nós aos 72 km.
Regressamos a Portimão, já com uma temperatura elevada e o polar a registar mais de 90 km. Agora é altura de ver os nossos colegas pela televisão.
Hoje não há gráfico porque não levei o polar de BTT, não por ter avariado.
A saída estava marcada para as 8:00, com a presença de um atleta de nome da cidade, mas pela hora marcada, Contador nenhum. Fiquei preocupado, pois tem tanto de pontual como de força nas subidas. Ao ligar-lhe fiquei a saber que estava com uma avaria na viatura que o transportava a ele e à bike.
Decidi arrancar mais o outro camarada, ficando combinado de nos encontrarmos mais tarde. Deve ter sido um problema grave, pois só se juntou a nós aos 72 km.
Regressamos a Portimão, já com uma temperatura elevada e o polar a registar mais de 90 km. Agora é altura de ver os nossos colegas pela televisão.
Hoje não há gráfico porque não levei o polar de BTT, não por ter avariado.
domingo, 4 de julho de 2010
Dia 4
Pois é. Mais um domingo mais uma voltinha. Pelas 9 da manhã (é verdade já temos idade para ter juízo, mas pelos vistos não) e com a normalidade do número de elementos reposta, lá partiu a trempe para mais um treino. Como estava calor e tínhamos ouvido dizer que havia qualquer coisa lá prós lados do Autódromo, lá partimos com esse rumo. Escusado é dizer que foram uns 20 km (quase) sempre a descer, pois pelo meio os camaradas quiseram levar-me a umas subidinhas já por eles conhecidas e onde é preciso alguma malandrice para as fazer, manha essa que eu ainda não a tinha, pois era a primeira vez que por lá passava. Mas consegui ultrapassá-las, se bem que nem sempre na posição que mais se identifica com a modalidade.
Chegados ao Autódromo e aí veio o pior, diga-se melhor, pois havia por lá uma exposição de carros, divinalmente acompanhados. A vista era tão boa que nos esquecemos que a hora ia avançando, o que nesta altura significa igualmente que a temperatura vai aumentando.
Do Autódromo para Marmelete foi sempre a subir, com a agravante do percurso ter sido definido pelo Contador, que imediatamente se prontificou a escolher um caminho à sombra e mais fresquinho. Além de não ser fresco ainda apanhamos talvez a pior subida que se pode encontrar (e não estou a falar do Enxameador por terra), pois de um trepador o que seria de esperar?
A minha sorte foi que tive um furo pequeno (eu não o pneu), o que me obrigou a parar duas ou três vezes na subida, tendo sido prontamente auxiliado pelos dois camaradas, que julgavam e acho que vão continuar a pensar, que eu é que vazei a roda.
Consegui chegar sem precisar de meter uma câmara de ar, mas muito debilitado, tomei o merecido almoço (desta vez em casa) e prometi não me meter noutra tão cedo (ou melhor tão tarde). Foi mesmo duro, mais pelo imenso calor (a subida foi feita ao meio dia) que pela dificuldade do percurso, pois o acumulado foi insignificante, como podem ver abaixo.
No próximo domingo vamos partir às 7 da manhã e lamentamos que não existam mais elementos quererem juntar-se ao trio.
Ficamos à espera.
Chegados ao Autódromo e aí veio o pior, diga-se melhor, pois havia por lá uma exposição de carros, divinalmente acompanhados. A vista era tão boa que nos esquecemos que a hora ia avançando, o que nesta altura significa igualmente que a temperatura vai aumentando.
Do Autódromo para Marmelete foi sempre a subir, com a agravante do percurso ter sido definido pelo Contador, que imediatamente se prontificou a escolher um caminho à sombra e mais fresquinho. Além de não ser fresco ainda apanhamos talvez a pior subida que se pode encontrar (e não estou a falar do Enxameador por terra), pois de um trepador o que seria de esperar?
A minha sorte foi que tive um furo pequeno (eu não o pneu), o que me obrigou a parar duas ou três vezes na subida, tendo sido prontamente auxiliado pelos dois camaradas, que julgavam e acho que vão continuar a pensar, que eu é que vazei a roda.
Consegui chegar sem precisar de meter uma câmara de ar, mas muito debilitado, tomei o merecido almoço (desta vez em casa) e prometi não me meter noutra tão cedo (ou melhor tão tarde). Foi mesmo duro, mais pelo imenso calor (a subida foi feita ao meio dia) que pela dificuldade do percurso, pois o acumulado foi insignificante, como podem ver abaixo.
No próximo domingo vamos partir às 7 da manhã e lamentamos que não existam mais elementos quererem juntar-se ao trio.
Ficamos à espera.
domingo, 27 de junho de 2010
Dia 27
Hoje pelas 9:00 horas tive uma boa surpresa, pois ao chegar ao local habitual da concentração, não estavam só os 3 do costume, mas mais 2 (e que 2, Tio e Sobrinho) e passados alguns kms outros 2. Quer isto dizer que a meio caminho, o pelotão era de 7. Havia muito tempo que, em Marmelete, o grupo não era tão numeroso para um simples treino.
Grande parte do percurso teve por base o que futuramente irá ser a avalanche ao contrário (a escalada Aljezur - Fóia). Saída a descer até muito perto do nível do mar. A partir daqui entrou-se na única subida do dia, que nos levou até aos 902 m de altitude, apesar do gps marcar um pouco menos (problema técnico).
Depois de estarmos no alto da Fóia foi só descer, tendo passado por alguns trilhos que são o expoente máximo cá da zona.
Em termos de andamento foi muito interessante, pois seguimos quase sempre juntos o que favorece o convívio, com excepção da chegada ao alto onde os nossos generais quiseram puxar pelos galões, mesmo que nem todos tivessem lá chegado nas mesmas condições.
No final, após o merecido banho veio o não menos justificado almoço, com a ementa e o rescaldo habituais.
Esqueci-me de levar o meu instrumento de recolha de dados, pelo que o gráfico que se apresenta abaixo só foi possível graças ao nosso trepaceiro -mor. Em forma de complemento posso dizer que o acumulado ficou ligeiramente abaixo dos 1000 metros, num total de 36 km. Portanto nada de mais.
Track para GPS
PS: Houve um amigo que além de não ter comparecido à hora da partida ainda conseguiu chegar atrasado ao almoço.
Grande parte do percurso teve por base o que futuramente irá ser a avalanche ao contrário (a escalada Aljezur - Fóia). Saída a descer até muito perto do nível do mar. A partir daqui entrou-se na única subida do dia, que nos levou até aos 902 m de altitude, apesar do gps marcar um pouco menos (problema técnico).
Depois de estarmos no alto da Fóia foi só descer, tendo passado por alguns trilhos que são o expoente máximo cá da zona.
Em termos de andamento foi muito interessante, pois seguimos quase sempre juntos o que favorece o convívio, com excepção da chegada ao alto onde os nossos generais quiseram puxar pelos galões, mesmo que nem todos tivessem lá chegado nas mesmas condições.
No final, após o merecido banho veio o não menos justificado almoço, com a ementa e o rescaldo habituais.
Esqueci-me de levar o meu instrumento de recolha de dados, pelo que o gráfico que se apresenta abaixo só foi possível graças ao nosso trepaceiro -mor. Em forma de complemento posso dizer que o acumulado ficou ligeiramente abaixo dos 1000 metros, num total de 36 km. Portanto nada de mais.
Track para GPS
PS: Houve um amigo que além de não ter comparecido à hora da partida ainda conseguiu chegar atrasado ao almoço.
domingo, 20 de junho de 2010
Dia 20
Pois é. Hoje é domingo, logo dia de sacrifício. À hora marcada lá arranquei, acompanhado pelo Contador e o seu braço direito, para mais uma voltinha. Ao contrário do habitual começamos a subir, facto que se prolongou por 13 km aproximadamente. É isso mesmo, os meninos queriam ver como estava o tempo no alto da Fóia. Depois descemos para Monchique e ainda fomos a tempo de dar apoio aos camaradas de equipa que foram participar na Estafeta do BTT Monchique, que a esta hora já se sabe que prestigiaram o já famoso equipamento verdinho. A partir daí viemos por estrada, fazendo um desvio ainda a tempo de se apanhar uma subida considerável e dos camaradas me mostrarem onde é o meu lugar.
Em suma, mais um domingo bem passado sem nada de relevante a acrescentar. Vamos lá ver se em breve haverá novidades.
Como é hábito pode dar uma vista de olhos no gráfico abaixo para perceber um pouco melhor da dificuldade do percurso.
Em suma, mais um domingo bem passado sem nada de relevante a acrescentar. Vamos lá ver se em breve haverá novidades.
Como é hábito pode dar uma vista de olhos no gráfico abaixo para perceber um pouco melhor da dificuldade do percurso.
sábado, 19 de junho de 2010
Dia 13
Mais um domingo, mais uma voltinha. Devo dizer que o apetite não era muito, pois no dia anterior fui fazer uma caminhada, seguida de almoço, que me deixou mazelas a vários níveis. Como se não fosse suficiente, ainda andei nos santos populares, de volta das sardinhas e não só, até muito perto das 2 da manhã.
Pelas 9:00, lá partiu a trempe para mais um passeio, desta vez para caminhos já conhecidos com a garantia que, segundo o guia deste dia o percurso iria ser fácil, pois nutre por mim elevada consideração e como eu estava debilitado, seria um dado a ter em conta. Isto é que são amigos.
A parte inicial foi a descer, como acontece sempre em Marmelete (com excepção de quando se vai para a Fóia), seguida de poucos kms plano. A partir deste ponto foi um sobe e desce constante, onde não me lembro de ter descansado, quer a subir ou mesmo a descer.
No final passamos umas ribeiras já nossas conhecidas e terminamos com uma escalada já mítica e que tanta mossa fez noutros tempos, inclusivé a actuais campeões. Para mim continua a fazer.
Para ter uma indicação mais precisa da dificuldade do percurso, consulte o gráfico abaixo
PS: Na próxima é melhor levar GPS.

Pelas 9:00, lá partiu a trempe para mais um passeio, desta vez para caminhos já conhecidos com a garantia que, segundo o guia deste dia o percurso iria ser fácil, pois nutre por mim elevada consideração e como eu estava debilitado, seria um dado a ter em conta. Isto é que são amigos.
A parte inicial foi a descer, como acontece sempre em Marmelete (com excepção de quando se vai para a Fóia), seguida de poucos kms plano. A partir deste ponto foi um sobe e desce constante, onde não me lembro de ter descansado, quer a subir ou mesmo a descer.
No final passamos umas ribeiras já nossas conhecidas e terminamos com uma escalada já mítica e que tanta mossa fez noutros tempos, inclusivé a actuais campeões. Para mim continua a fazer.
Para ter uma indicação mais precisa da dificuldade do percurso, consulte o gráfico abaixo
PS: Na próxima é melhor levar GPS.

Dia 06
Depois de algumas saídas para concelhos vizinhos, hoje houve um grupo que decidiu pedalar pela Freguesia. Havia muito tempo que estava prevista uma deslocação ao sítio da Perna da Negra, local de origem da família do nosso Contador, que hoje se apresentou com uma indumentária amarelada.
Partida as 9:00 (mais precisamente 9:10), com um grupo de 4 elementos (os suspeitos do costume juntamente com o amigo Maria). Partimos praticamente com uma descida valente, num estradão que aos poucos mais parece um trilho, culminando com uma sempre interessante passagem por uma ribeira. Iniciou-se aí a primeira subida das duas do dia, feita em estradão mas com pedras soltas que exigiam alguma técnica para a perninha não ir ao chão. Obviamente que aqui começou a selecção natural, tendo eu me resignado à posição habitual, se bem que inesperadamente acompanhado.
Seguiu-se a segunda descida, num verdadeiro estradão mas com muita gravilha, o que a tornava perigosa, ainda para mais com velocidades superiores a 40 km/h. Tive de reduzir um pouco, pois ia com um raio partido e tinha receio deste número aumentar progressivamente, o que felizmente não aconteceu. Algum tempo depois chegamos à zona mais baixa do percurso.
A partir dos 15 km foi sempre andar nuns altos e baixos mais ou menos acentuados, sem nunca haver lugar a descanso, até chegarmos ao km 30, onde a indicação de um colega nosso, reforçada pelo comentário de um local (agora vai ter uma subidinha, seguido de um sorriso), fazia adivinhar o pior. Foi sem dúvida a maior dificuldade do dia, onde a táctica utilizada pelos mais capacitados que imprimiram um ritmo forte, veio a revelar-se não muito acertada, pois deixou marcas e por um triz provocava um resultado no grupo com consequências que aqui não me arrisco a prever.
Finda a subida, chegamos a uma parte mais rolante, com uma velocidade bem elevada, que alterou alguns desempenhos.
Chegados a Marmelete veio o merecido banho, seguido do nosso tradicional javali feito no locar habitual, devidamente e moderadamente acompanhado, que serviu para recompor energias e efectuar os relatos na 1.ª pessoa. Terminou mais um domingo de BTT muito bem passado.
Quem quiser aceder a mais informação, alguma dela pessoal, pode consultar o gráfico abaixo.
Partida as 9:00 (mais precisamente 9:10), com um grupo de 4 elementos (os suspeitos do costume juntamente com o amigo Maria). Partimos praticamente com uma descida valente, num estradão que aos poucos mais parece um trilho, culminando com uma sempre interessante passagem por uma ribeira. Iniciou-se aí a primeira subida das duas do dia, feita em estradão mas com pedras soltas que exigiam alguma técnica para a perninha não ir ao chão. Obviamente que aqui começou a selecção natural, tendo eu me resignado à posição habitual, se bem que inesperadamente acompanhado.
Seguiu-se a segunda descida, num verdadeiro estradão mas com muita gravilha, o que a tornava perigosa, ainda para mais com velocidades superiores a 40 km/h. Tive de reduzir um pouco, pois ia com um raio partido e tinha receio deste número aumentar progressivamente, o que felizmente não aconteceu. Algum tempo depois chegamos à zona mais baixa do percurso.
A partir dos 15 km foi sempre andar nuns altos e baixos mais ou menos acentuados, sem nunca haver lugar a descanso, até chegarmos ao km 30, onde a indicação de um colega nosso, reforçada pelo comentário de um local (agora vai ter uma subidinha, seguido de um sorriso), fazia adivinhar o pior. Foi sem dúvida a maior dificuldade do dia, onde a táctica utilizada pelos mais capacitados que imprimiram um ritmo forte, veio a revelar-se não muito acertada, pois deixou marcas e por um triz provocava um resultado no grupo com consequências que aqui não me arrisco a prever.
Finda a subida, chegamos a uma parte mais rolante, com uma velocidade bem elevada, que alterou alguns desempenhos.
Chegados a Marmelete veio o merecido banho, seguido do nosso tradicional javali feito no locar habitual, devidamente e moderadamente acompanhado, que serviu para recompor energias e efectuar os relatos na 1.ª pessoa. Terminou mais um domingo de BTT muito bem passado.
Quem quiser aceder a mais informação, alguma dela pessoal, pode consultar o gráfico abaixo.
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